Associação Cultural Alexandre de Gusmão completa 40 anos

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Governador Rollemberg participou da solenidade de aniversário da Associação Cultural Alexandre de Gusmão. Foto: Tony Winston /Agência Brasília

Uma das principais entidades representativas da cultura japonesa no Distrito Federal, a Associação Rural e Cultural Alexandre de Gusmão completou 40 anos.

Produtores rurais japoneses e descendentes participaram da cerimônia. Rollemberg destacou a incorporação de aspectos da cultura oriental no País e lembrou que 2018 marca os 110 anos da imigração nipônica para o Brasil e 60 anos da chegada dos imigrantes ao DF.Organizada na sede da associação, no Incra 6, em Brazlândia, a comemoração do aniversário ocorreu na noite deste sábado (22), com a presença do governador Rodrigo Rollemberg.

“Logo quando cheguei ao DF, em 1960, minha família teve contato com uma família de pioneiros japoneses, os Onoyama. Lembro que um deles disse: ‘Clima bom! Terra a gente faz’”, relatou. “Desde então, a contribuição tem sido imensa, especialmente na agricultura.”

A Associação Rural e Cultural Alexandre de Gusmão promove atividades culturais, esportivas e sociais voltadas à colônia japonesa.

Governador Rollemberg participou da solenidade de aniversário da Associação Cultural Alexandre de Gusmão.
Governador Rollemberg participou da solenidade de aniversário da Associação Cultural Alexandre de Gusmão. Foto: Tony Winston /Agência Brasília

Contribuição para o DF

Desde o ano de fundação, a entidade teve a agricultura como ponto forte. “A associação idealizou a Festa do Morango há 21 anos, que, desde 2001, faz parte do calendário oficial de eventos do DF”, discursou o presidente da entidade, Takao Akaoka.

Uma das principais atividades de Brazlândia, a Festa do Morango atrai em média 100 mil pessoas por edição. É organizada pela entidade em parceria com a Secretaria da Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural e a Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do DF (Emater-DF).

A fundação ainda organiza a Festa da Goiaba, também em Brazlândia. Similar à do morango, mas ainda sem a mesma dimensão, o evento existe há dois anos.

GUILHERME PERA, DA AGÊNCIA BRASÍLIA